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segunda-feira, 22 de setembro de 2014
A agressão é muitas vezes o efeito negativo do medo.
As crianças são muitas vezes agressivas quando estão assustadas ou se sentem ameaçadas, seja porque alguém lhes chamou a atenção, ou porque não podem fazer o que lhes pedem, ou porque estão de fato tiranizadas por outros, crianças ou adultos.
Atuam muito rapidamente a partir dos seus sentimentos e precisam de um adulto que lhes ensine um modo de pensar antes de agir.
segunda-feira, 14 de julho de 2014
Criança que morde o que fazer?
Matéria com minha colaboração para Bolsa de Mulher: Criança que morde o que fazer?
Segue o link para leitura
http://bebe.bolsademulher.com/8228/crianca-que-morde-o-que-fazer
Lembrando que é normal a criança de 2 ou 3 anos agredir com mordidas pois ainda estão na fase oral. E é uma forma de expressar suas frustrações. Lógico que os pais devem ensinar e impor limites. Se isso for uma atitude esporádica uma boa conversa resolve, se estiver acontecendo constantemente os pais devem observar o que está acontecendo para ajudar a criança e se mesmo assim o comportamento persistir procurar atendimento psicológico.
Nunca colocar uma criança em quarto escuro como declarou Ronaldo em uma entrevista isto causa medo e traumas dolorosos.
Segue o link para leitura
http://bebe.bolsademulher.com/8228/crianca-que-morde-o-que-fazer
Lembrando que é normal a criança de 2 ou 3 anos agredir com mordidas pois ainda estão na fase oral. E é uma forma de expressar suas frustrações. Lógico que os pais devem ensinar e impor limites. Se isso for uma atitude esporádica uma boa conversa resolve, se estiver acontecendo constantemente os pais devem observar o que está acontecendo para ajudar a criança e se mesmo assim o comportamento persistir procurar atendimento psicológico.
Nunca colocar uma criança em quarto escuro como declarou Ronaldo em uma entrevista isto causa medo e traumas dolorosos.
segunda-feira, 25 de abril de 2011
Porque as crianças mordem?
A mordida é, e sempre foi um meio de defesa principalmente para se conseguir o que se quer. É uma forma “drástica” de se comunicar.
Alguns passam por isso, outros não. Alguns são incentivados por brincadeiras dentro de casa, outros por comportamentos fora de casa (foram mordidos) e outros por índole.
O que precisa ser feito é mostrar a eles que existem outras formas para se demonstrar esse “querer” e o se “defender”.
Normalmente as mordidas são praticadas por crianças pequenas em fase de amadurecimento que estão tomando contato com sentimentos como medo, frustração, angustia e tantos outros que instigam diferentes formas de comunicação e defesa, passando do choro, enquanto bebês, para a mordida em crianças um pouco maiores.
A criança que morde usa a mordida como meio de comunicação, como último recurso, e não como uma forma de violencia ou agressividade.
Os pais e professores devem ficar atentos em não supervalorizar o ato “a mordida” e sim analisar as causas que levaram a criança a morder. Muitas vezes, a mordida pode ocorrer também para chamar a atenção em razão da supervalorização da ocorrência.
Quando a mordida acontece é normal os pais ou professores fazerem discursos para a criança tentando mostrar-lhe que isso não se deve fazer. Porém, este comportamento de nada adianta uma vez que a criança com esta idade (entre 2 e 4 anos) ainda não tem esse entendimento.
Normalmente as mordidas acontecem na escola e em razão de quererem o mesmo brinquedo. O ideal é o professor repetir a cena só que ensinando a criança a pedir o brinquedo e o outro a emprestá-lo.
Porém, ao acontecer um caso de mordida, este comportamento tende a se repetir outras vezes, então o ideal é não deixar a criança brincar muito próxima umas das outras. A criança pequena senta sempre muito perto do “amigo” para brincar e esta proximidade facilita o uso da mordida como recurso de comunicação. Se estão sentados um pouco distantes um do outro (é claro que não estou falando, em hipótese alguma, para isolar a criança), quando se perceber que um está querendo o brinquedo do outro e que está ficando bravo por não consegui-lo é neste momento que a mordida virá, então o professor terá tempo de evitá-la em razão da distancia entre eles.
O início do ano, na fase de adaptação é muito comum este tipo de comportamento. No momento em que não mais houverem mordidas, a probabilidade de acontecer um novo caso será muito remota. Eles acabam esquecendo desta habilidade.
Os pais, em casa, devem prestar a atenção em como o filho reage quando contrariado. Se a reação for tentar morder é nesse momento que vocês têm que falar um NÃO bem acentuado para que ele perceba que isso não é certo. Então poderão ensiná-lo a pedir, e somente quando ele realizar o que se está ensinado é que vocês irão agradá-lo demonstrando que ele agiu de forma “linda”.
Na verdade tudo é um aprendizado e a escola, como uma forma ampla de socialização, é um campo favorável a este tipo de comportamento.
Mas não fiquem preocupados, esta fase passa!
Como evitar que a criança seja agressiva?
Para evitar que a criança seja agressiva podemos tomar algumas atitudes do conhecimento geral:
•Lembrar que o afeto constrói a confiança entre pais e filhos e que o apoio emocional se mostra até nas nossas posturas quanto às tarefas da escola e à interação com amigos deles.
•Definir regras e cuidar para que sejam cumpridas garantirá que eles saibam dos direitos e deveres que todos os seres humanos têm em sociedade e deixar claro, em atitudes firmes e amorosas, que comportamentos corretos são valorizados e haverá alguma perda se as regras estabelecidas são quebradas.
•Com amor e limites, ambos demonstrados numa postura firme nas quais os pais também se lembram de respeitar “os combinados”, a criança se sentirá segura para agir corretamente também, pois ela aprende pelo exemplo. Evite que o cansaço e as variações de humor não podem ser motivos para mudar todo dia regras acertadas no convívio familiar.
•Claro que, como humanos, às vezes perdemos o controle – e isso é normal – mas é possível evitar (ao máximo) gritar, xingar e acusar a criança de coisas que não dependem dela ou que ela não poderia mudar. E aqui entra um outro modelo exemplar que vale manter na presença das crianças: cuide da relação que você vive com seu cônjuge, se for discutir algo, tente fazer sempre longe dos filhos.
•Acima de tudo, guarde esta máxima: ame seus filhos pelo que eles são e não deixe de ter mente que os filhos não vêm ao mundo para preencher nossas expectativas.
•Lembrar que o afeto constrói a confiança entre pais e filhos e que o apoio emocional se mostra até nas nossas posturas quanto às tarefas da escola e à interação com amigos deles.
•Definir regras e cuidar para que sejam cumpridas garantirá que eles saibam dos direitos e deveres que todos os seres humanos têm em sociedade e deixar claro, em atitudes firmes e amorosas, que comportamentos corretos são valorizados e haverá alguma perda se as regras estabelecidas são quebradas.
•Com amor e limites, ambos demonstrados numa postura firme nas quais os pais também se lembram de respeitar “os combinados”, a criança se sentirá segura para agir corretamente também, pois ela aprende pelo exemplo. Evite que o cansaço e as variações de humor não podem ser motivos para mudar todo dia regras acertadas no convívio familiar.
•Claro que, como humanos, às vezes perdemos o controle – e isso é normal – mas é possível evitar (ao máximo) gritar, xingar e acusar a criança de coisas que não dependem dela ou que ela não poderia mudar. E aqui entra um outro modelo exemplar que vale manter na presença das crianças: cuide da relação que você vive com seu cônjuge, se for discutir algo, tente fazer sempre longe dos filhos.
•Acima de tudo, guarde esta máxima: ame seus filhos pelo que eles são e não deixe de ter mente que os filhos não vêm ao mundo para preencher nossas expectativas.
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