domingo, 8 de fevereiro de 2015

Mudança de escola

Quais os cuidados que os pais precisam tomar quando o filho precisa mudar de escola?
Sempre fazer uma lista das prováveis escolas que estão perto de casa, que financeiramente estão dentro do poder aquisitivo da família e que tenha os mesmos valores a passar para a criança do que o pregado pela família. Visitar estas escolas pessoalmente e conhecendo o espaço físico da escola e proposta pedagógica verificar se seu filho se sentiria bem estudando ali. Se o que a escola propõe está dentro do que seu filho precisa para se desenvolver cognitiva e emocionalmente.

O que fazer quando o filho não gosta da nova escola?
Se seu filho der sinais como se recusar a fazer as tarefas, não comentar sobre os estudos ou pedir para não ir à aula verifique se realmente está triste e com algum problema ou se está só enfrentando a dificuldade da série nova. É comum crianças da educação infantil sofrerem quando se deparam que no primeiro ano a escola não é tão lúdica e exige esforço deles. Também quando inicia o ensino fundamental II sofrem com a transição imposta por ter mais professores, mais matérias a que se dedicarem, além de estar entrando no começo da adolescência o que faz com que os sentimentos estejam mais exagerados.
Se os pais perceberem que não é só por estas mudanças é melhor conversar com os professores e coordenador para averiguar o que está acontecendo e que mudanças poderiam ser feitas para que a criança se sinta bem. Em alguns casos uma simples conversa com a escola e com os filho pode resolver e em outros o melhor seria procurar a mudança de escola.

Como identificar problemas e como ajuda-lo a superar dificuldades de adaptação?
Adaptação pode ser entendida como a busca por um estado de harmonia. As mudanças já conhecidas que ocorrem quando a criança vai crescendo, como do berçário para a Educação Infantil, da Educação Infantil para o Fundamental I, o Fundamental II, para o Ensino Médio, etc. requerem adaptação a novos desafios, novos horários e novas matérias. Quando além de todas essas mudanças a criança precisa também se adaptar a uma nova escola, é importante a compreensão e ajuda dos pais. Caso perceba que a criança está muito tensa e perdida é hora de ajudar.
Um dos pontos que requerem atenção é o fato de não conhecerem ninguém novo na nova escola. Pais podem ajudar facilitando a integração das crianças com novos amigos, convidando colegas de sala para programas em casa ou passeios. Outro ponto é a possível diferença entre métodos didáticos, incluindo materiais pedagógicos. Os pais podem ajudar passando algum tempo mostrando os novos livros e materiais para a criança, fazendo com que todo aquele novo se torne mais familiar e menos assustados. Por último, o espaço físico da nova escola. Se possível, converse com a coordenadoria e explique a situação. Se possível agende uma visita em horário alternativo para que a criança possa visitar e se acostumar com o espaço, sabendo direito onde ficam as salas, banheiros e áreas de recreio.

sexta-feira, 23 de janeiro de 2015

A criança e a fase do "não"!




À medida que as crianças crescem, elas procuram se autoafirmar e na maioria das vezes, isso significa simplesmente dizer não... para tudo. Felizmente, essa fase de recusa vai passar. Entretanto, existem algumas maneiras que você pode lidar com a recusa do seu filho para fazer as coisas, segue algumas dicas:

1- Dê opções para o seu filho quando você fizer uma pergunta. Se você não der uma resposta de sim ou não para o seu filho, vai ser muito difícil para ele dizer ‘não’. Oferecer duas opções o ajudará a se sentir como se ele estivesse no controle, portanto ele não vai se sentir tão inclinado a tentar resistir.
Por exemplo: Você pode dizer: “Você quer escovar os dentes agora ou depois de brincar por mais dois minutos?” De qualquer forma, ele vai escovar os dentes. Você pode fazer com que isso seja engraçado, como: “Você quer tomar um banho agora para ficar cheiroso ou depois e cheirar como o Cascão?".

2- Faça uma contagem regressiva se a criança resistir a tomar uma decisão. Se você dar ao seu filho uma escolha entre duas coisas, mas ele não quiser tomar a decisão, empregue a técnica da contagem regressiva. Diga a ele que você vai contar até cinco e depois ele terá de fazer uma escolha, ou você vai fazer isso por ele.
Isso nem sempre pode funcionar, mas vale a pena tentar para tornar a sua vida mais fácil.

3- Diga à criança o que você quer, não o que você não quer. Quando você usa a palavra ‘não’ o tempo todo, é mais provável que seu filho persista em se recusar a fazer as coisas. Quando ele ouve “Não, você não pode comer um doce” ou “Não, você não pode correr pela casa”, isso cria a impressão de que dizer não dá à pessoa uma voz de autoridade. Em vez disso, tente ser positivo e dizer à criança o que você quer que ela faça.
Por exemplo: Em vez de dizer “Não brinque na areia, você vai estragar a sua blusa!”, diga “Eu realmente gostaria que você ficasse dentro de casa até eu terminar para você não sujar a blusa”.
Preste atenção ao seu tom. Se não for uma emergência, mantenha a calma e use um tom de voz firme.

4- Busque por respostas alternativas. Tente expandir as respostas do seu filho para que ele perceba que existem outras respostas além de ‘não’. Quando ele estiver de bom humor, introduza-o à palavra ‘talvez’ ou ‘possivelmente’. Ensine ao seu filho o que essas palavras significam e como usá-las. Dar opções a ele será, no mínimo, uma prorrogação do som incessante do ‘não’.

5- Forneça uma base para os seus pedidos. É possível fazer o seu filho raciocinar com você nessa fase. Se você der razões diretas e curtas para os seus pedidos, o seu filho vai estar mais inclinado a ouvi-lo.
Por exemplo: Se você disser “Por favor, não coma o seu doce antes de ir dormir, senão você pode ficar com dor de barriga no meio da noite” em vez de dizer “Não coma doces agora! Você sabe que é hora de ir dormir!”. Seu filho é mais propenso a responder positivamente à primeira afirmação.

6- Tente relaxar. Além do fato de que essa fase vai acabar passando, você tem alguns truques na manga para equilibrar campo de jogo. Resolver os conflitos que possam surgir quando o seu filho disser não o tempo todo pode ser complicado e cansativo. No entanto, é uma parte normal do crescimento dele, então tente enfrentar esse estágio de recusa, mas de uma forma descontraída.
Ser muito exigente em resposta à recusa do seu filho para fazer algo pode fazê-lo se sentir impotente ou mais resistente, e pode levar a um comportamento desafiador extremo. Em vez disso, tente relaxar e não se exaltar por qualquer coisa.

Como criar filhos felizes e bem sucedidos?



Pais (e mães) têm um desejo comum: querem que os seus filhos sejam crianças felizes e querem que se transformem em adultos capazes de lutar pela sua felicidade. Depois há desejos mais específicos. Há quem ambicione que os filhos sejam alunos brilhantes e mais tarde profissionais de sucesso. Há quem queira vê-los casados e com filhos. Há quem lute para que se transformem em adultos responsáveis e com valores.

Mas como ajudar os filhos? O que é que depende, de fato, dos pais?
Afinal, sabemos que os pais não controlam tudo, que há muitos outros agentes que contribuem para a formação de uma criança. Há quem se mate de trabalhar para garantir que os filhos possam frequentar as melhores escolas e, mais tarde, as melhores universidades. Mas se é verdade que as crianças podem beneficiar (e muito) de um ensino que as estimule e que lhes permita desenvolver competências e concretizar sonhos, é fundamental que assumamos a realidade como ela é: o sucesso dos nossos filhos depende muito menos destes recursos e muito mais do vínculo que formos capazes de construir com eles. É verdade! A felicidade das nossas crianças e até o seu rendimento escolar (e mais tarde profissional) depende maioritariamente de algo que é grátis: a conexão com os pais. Não é a creche XPTO, as 123 atividades extracurriculares nem a poupança no banco que hão de garantir que os nossos filhos sejam adultos felizes e bem-sucedidos. É o tempo que formos capazes de lhes dedicar. É a capacidade de resposta às suas necessidades – físicas e emocionais. É a segurança emocional que resulta de se sentirem amados. É o toque – os gestos de afeto, os mimos, os beijos e os abraços. São os “Nãos” devidamente explicados.

segunda-feira, 19 de janeiro de 2015




Se a criança vive com críticas, ela aprende a condenar.
Se a criança vive com hostilidade, ela aprende a agredir.
Se a criança vive com zombarias, ela aprende a ser tímida.
Se a criança vive com humilhação, ela aprende a se sentir culpada.
Porém,
Se a criança vive com tolerância, ela aprende a ser paciente.
Se a criança vive com incentivo, ela aprende a ser confiante.
Se a criança vive com elogios, ela aprende a apreciar.
Se a criança vive com retidão, ela aprende a ser justa.
Se a criança vive com segurança, ela aprende a ter fé.
Se a criança vive com aprovação, ela aprende a gostar de si mesma.
Se a criança vive com aceitação e amizade, ela aprende a encontrar amor no mundo.

quinta-feira, 8 de janeiro de 2015

Lidando com a ansiedade de separação


 
Quando ainda são bem pequenas, as crianças ficam muito ansiosas quando separadas de seus pais. Leva tempo para que elas possam compreender e confiar que aquela pessoa que amam e da qual dependem sempre volta para elas.
Com aproximadamente 3 anos a criança já se sente mais confiante para se separar dos pais e com rapidez se acostuma com a escola nova ou com o local que você o deixou para brincar sem ter você por perto.
Dicas para tornar o afastamento mais fácil:
- Deixe seu filho saber que você não o abandonará. Dê um beijo e faça carinho para acalmá-lo.
- Nunca faça rodeios ou se debulhe em lágrimas a criança vai sentir sua insegurança e irá sofrer.
- Deixe seu filho ficar com um brinquedo favorito vai ajudá-lo a se sentir mais confiante.
- Se ele reluta em se separar de você, afaste-se aos poucos; comece com 20 minutos e depois aumente gradualmente.
Assim seu filho vai crescer confiante, pois aprenderá que sua ausência é passageira, que você logo volta.

domingo, 30 de novembro de 2014

Crianças na Terapia


( Matéria com minha participação na Revista Dolce Morumbi) 



Os consultórios infantis de psicoterapia estão cada vez mais cheios. O número de pacientes abaixo dos 13 anos dobrou nos últimos dez anos e entre os menores, até 3 anos, o índice triplicou.

Conversamos com especialistas e também com escolas para saber o que está acontecendo com nossas crianças e quais os problemas que mais afetam a cabecinha dos pequenos. Será que eles realmente têm problemas a serem tratados com psicólogos, ou hoje em dia está mais fácil levar a criança a um profissional para cuidar de teimosia, malcriação e birras?
Segundo a psicóloga e psicopedagoga Cynthia Wood Passianotto, muitas queixas diferentes, e algumas combinadas, levam pais a buscarem ajuda profissional. As principais são: ansiedade, timidez, fobias, distúrbio do sono (sonambulismo e terror noturno), enurese e dificuldade na socialização ou aceitação de regras, além de problemas escolares como dificuldades na alfabetização. Pais de crianças menores de três anos, geralmente, buscam atendimento quando há atrasos no desenvolvimento ou síndromes congênitas que requerem intervenção precoce. “As escolas são as primeiras a notarem as mudanças de comportamento e detectar os sinais de problemas que podem comprometer o desempenho escolar e a vida social da criança, indicando assim um tratamento psicológico”. Mas, como será que as escolas identificam e diferenciam birras e falta de educação e respeito, de problemas psicológicos? A coordenadora do núcleo de orientação educacional da rede Pentágono, Adriana Costa, diz que para fazer um encaminhamento coerente com os princípios da escola, é levada em conta a faixa etária, o histórico escolar e familiar, as observações dos professores, do coordenador e do orientador educacional. “Quando o aluno apresenta questões emocionais mais preocupantes, como grande tristeza, choro constante, mau humor recorrente, conversamos com os pais para que encaminhem seus filhos à terapia psicológica”, explica Adriana. No Colégio Antoine de Saint-Exupéry, os pais são chamados para reuniões com professores e coordenadores, que indicam avaliação com um profissional quando observam alunos com dificuldades acentuadas no processo de aprendizagem. “Falamos com os pais para que possam obter um diagnóstico sobre as reais dificuldades ou necessidades do aluno e assim possamos trabalhar em parceria com a família para atingir melhor desempenho escolar”, diz Christiane Zolin Fraga, pedagoga e psicóloga da instituição.
A atitude dos profissionais do Colégio Anglo é esgotar todas as possibilidades de resolver as dificuldades dentro da escola, através do atendimento individualizado com a orientação educacional, de conversas entre a coordenação e os pais utilizando recursos como plantão de dúvidas, aulas especiais, monitoramento e reuniões individuais ou em grupo para tratar de assuntos relacionados ao comportamento e comprometimento do aluno. “Quando o rendimento é baixo e tanto a família quanto a escola já exauriram todas as ferramentas possíveis para ajudar o aluno e o problema persiste, a melhor opção é procurar um especialista”, explica a diretora pedagógica Priscila Garcia Gengo.

Hiperatividade ou agitação normal?
Muitas vezes ouvimos reclamação dos pais de que o filho não para um minuto, que sobe nas coisas, que não obedece e que é incansável. É preciso saber até que ponto essas atitudes são normais da idade e quando a luzinha de alerta deve ser acesa. Para a psicopedagoga Cynthia Wood, a atenção deve redobrar quando todas as tentativas dos pais e educadores de disciplinar a criança, impondo regras e limites bem definidos, falham.
Mas, será que por causa da correria dos pais, a trabalhosa missão de educar não está sendo transferida para profissionais? Para o psiquiatra Walker Cunha, não há nenhuma transferência do problema e quando acontece, o especialista capacita pai e filhos para eliminar os conflitos de gerações. “Essa turminha de agora tem os pais como referenciais de amigos e não mais de autoridade como antigamente”, explica o médico. Talvez seja por isso que muitos pais não consigam controlar os filhos, mesmo quando eles são ainda muito pequenos, com dois ou três anos. “A mãe está triste e, por considerar o filho um amigo, desabafa com ele. É quebrada ali a relação de pai e filho como antigamente e eles passam a estar no mesmo grau de hierarquia. Os pais perdem a autoridade de outras épocas e os filhos acabam ficando sem limites”, justifica Dr.Walker. E é nesse momento que o especialista faz toda a diferença: “ele pode reorientar a família e ensinar como lidar com o comportamento birrento da criança”, finaliza e alerta que se não obedecer aos pais, tenderá a não obedecer a mais ninguém.

segunda-feira, 22 de setembro de 2014

A agressão é muitas vezes o efeito negativo do medo.


As crianças são muitas vezes agressivas quando estão assustadas ou se sentem ameaçadas, seja porque alguém lhes chamou a atenção, ou porque não podem fazer o que lhes pedem, ou porque estão de fato tiranizadas por outros, crianças ou adultos.
Atuam muito rapidamente a partir dos seus sentimentos e precisam de um adulto que lhes ensine um modo de pensar antes de agir.

terça-feira, 16 de setembro de 2014

Quando buscar ajuda de um psicólogo para seu filho?


Muitos adultos têm dúvidas sobre a necessidade de buscar psicoterapia para seu filho. Embora as crianças manifestem em geral comportamentos que indicam quando algo não está bem, a grande maioria dos pais reluta em procurar ajuda de um psicólogo infantil. Os pais tendem a pensar que a criança esta passando apenas por uma fase, que sera superada sozinha. Ou se sentem culpados, receosos de que a terapia possa apontar que eles têm alguma responsabilidade pelo sofrimento de seus filhos.
Realmente não é fácil julgar o momento apropriado para levar uma criança à psicoterapia. Muitos adolescentes iniciam um acompanhamento com psicólogo por vontade própria. E algumas crianças podem pedir ocasionalmente para ver alguém.
As escolas geralmente são as primeiras a notar mudanças de comportamento e detectar os primeiros sinais de problemas que podem comprometer o desempenho escolar e vida social da criança.
O psicólogo infantil poderá determinar se as dificuldades apresentadas por ele necessitam ou não de uma intervenção. Em alguns casos, o problema pode ser superado apenas com uma orientação aos pais e professores.

domingo, 14 de setembro de 2014

Os filhos podem não ter ouvidos para os conselhos, mas abrem os olhos para os exemplos...

O que pais mais desejam é criar filhos saudáveis e bem-sucedidos. Mas como conseguir isso se o filho nota que seus pais se descontrolam, brigam, contam "pequenas" mentiras, não mostram amor o próximo, falam da vida alheia, entre outros maus exemplos? Muitos se esquecem de que estão diante de uma pequenina plateia, atenta a cada movimento, e que seus olhares são os de futuros adultos, que utilizarão estes exemplos para inspirar atitudes e condutas diante da vida.

domingo, 31 de agosto de 2014

Diálogo entre pais e filhos




A felicidade em família é consequência do diálogo entre pais e filhos.
As crianças ficam felizes e se sentem seguras quando sabem que podem falar de seus sentimentos e tem a certeza de que os pais as escutam. Os pais ficam felizes por saberem o que está acontecendo com os filhos e que assim podem orientá-los de modo mais apropriado.


sábado, 9 de agosto de 2014

Que tal tirar pelo menos 30 minutinhos por dia para brincar com seus filhos?




Brincar promove a socialização, integração e a noção de cooperação na criança. Além de desenvolver os aspectos cognitivo, psicomotor e afetivo. Por este motivo é muito importante que pais e crianças tenham um tempinho reservado para juntos brincarem e inclusive fortalecer o vínculo familiar.
Lembrando que muitas vezes pais relatam que não tem tempo, que trabalham em excesso. Mas o importante é qualidade e não quantidade.
Que tal tirar pelo menos 30 minutinhos por dia com seus filhos?
Afim de estimular este convívio posto abaixo 50 brincadeiras simples que vão tirar as crianças dos eletrônicos e aumentar as habilidades cognitivas, sociais e motoras:

1 - Carrinho de mão
Idade: a partir de 4 anos
Número de participantes: 2
Enquanto a criança coloca as mãos no chão, com os braços estendidos, o adulto (ou outra criança) levanta suas pernas e empurra, como se fosse um carrinho de mão.

2 - Cinco Marias
Idade: a partir de 7 anos
Número de participantes: a partir de 1
Pegue cinco saquinhos de tecido e encha-os com areia ou arroz. Jogue as cinco marias no chão. Escolha uma, jogue para cima e pegue outra do chão, a tempo de pegar a primeira antes de cair. Na próxima rodada, jogue um saquinho para cima enquanto pega dois no chão e volta a recolher a primeira antes de cair. E assim sucessivamente.

3 - Telefone sem fio
Idade: a partir de 4 anos
Número de participantes: a partir de 4
As crianças devem ficar em círculo ou enfileiradas. A primeira cria uma mensagem e fala no ouvido da próxima. A mensagem vai passando adiante, cada um dizendo aquilo que entendeu. O último participante deve dizer, em voz alta, o que ouviu. Se estiver correto, o criador da mensagem vai para o fim.

4 - Mímica
Idade: a partir de 5 anos
Número de participantes: a partir de 4
Divida as crianças em dois times. Um participante deve se dirigir ao grupo adversário, que irá falar alguma palavra. A criança tem três minutos para representar, apenas com gestos, e o time deve adivinhar. O time que acertar mais, ganha.

5 - Boliche
Idade: a partir de 3 anos
Número de participantes: a partir de 2
Faça os pinos com garrafas pet, cheias até a metade. Depois, com uma bola, o jogador deve tentar derrubá-las. Em cada rodada, o participante pode tentar duas vezes.

6 - Morto-vivo
Idade: a partir de 4 anos
Número de participantes:a partir de 4
Coloque as crianças em uma fila. Uma delas (que precisa estar fora da fila) ou você mesmo, fica de frente. Quando disser “morto”, elas devem se abaixar. E quando for “vivo”, elas precisam estar de pé. O condutor deve ir alternando as palavras e a velocidade. Quem errar, está fora da brincadeira.

7 - Bolhas de sabão
Idade: a partir de 2 anos
Número de participantes: a partir de 1
Misture duas colheres de sopa de detergente em um copo de água. Mexa bem e com um canudinho assopre. Quanto mais devagar a criança assoprar, maior ficará o bolha.

8 - Amarelinha
Idade: de 7 a 10 anos
Número de participantes: a partir de 1
Faça o desenho da amarelinha no chão e enumere os quadrados de 1 a 10. A criança joga uma pedra na primeira casa e, em um pé só, a pula e vai até a última. Na volta, pega a pedra do chão. Na próxima rodada, joga a pedra na casa 2 e vai até o fim em um pé só. E assim sucessivamente. Não pode colocar o segundo pé no chão, nem errar a casa.

9 - Estátua
Idade: a partir de 2 anos
Número de participantes: a partir de 3
Uma das crianças é escolhida como o chefe e as outras devem estar posicionadas de frente para ele. O chefe designa qual será a estátua. Pode ser de cachorro, passarinho, gato, cobra... Então, quem está no comando escolhe a estátua mais bonita, mais feia ou mais engraçada. Pode-se também colocar uma música para tocar e quando o chefe aperta o stop, todos param! O chefe vai a cada jogador e os provoca. Quem se mexer, perde!

10 - Balão fujão
Idade: de 6 a 10 anos
Número de participantes: a partir de 2
Trace uma linha de partida e uma de chegada. Cada jogador segura uma bexiga e um pedaço grande de papelão. Ao seu sinal, cada criança coloca sua bexiga no chão e a abana com o papelão, na direção da linha de chegada, e a traz de volta da mesma forma. O primeiro que terminar o percurso, ganha a corrida.

11 - Pular corda
Idade: a partir de 6 anos
Número de participantes: de 1 a 5
Duas crianças seguram a corda, uma em cada ponta, e fazem com que ela gire. Os outros participantes precisam pular a corda, que está em movimento. Isso pode ser feito com batidas lentas ou muito rápidas. Sai do jogo quem tropeça na corda. Também dá para pular em grupo, entrando um de cada vez ou todos juntos. Se a criança estiver sozinha, ela pode girar a corda com as duas mãos e pular!

12 - Casa de cartas
Idade: de 7 a 12 anos
Número de participantes: a partir de 2
As crianças devem juntar duas cartas e equilibrá-las de modo a criar um formato piramidal. Ao fazer vários “triângulos” dessa forma, é possível colocar uma carta na horizontal acima de dois triângulos e, assim, formar a base para o segundo andar. A ideia é formar um castelo, tomando muito cuidado para não derrubar tudo.

13 - Corrente infinita
Idade: a partir de 7 anos
Número de participantes: a partir de 4
Conforme o pegador capturar os outros jogadores, eles vão dando as mãos e formando uma corrente em que apenas as pontas podem pegar.

14 - Não me faça rir
Idade: a partir de 3 anos
Número de participantes: a partir de 2
Uma criança tenta fazer a outra rir, enquanto ela tenta desesperadamente segurar a risada. Quem rir primeiro, perde.

15 - Troca-letra
Idade: de 10 a 12 anos
Número de participantes: 4 a 8
Uma das crianças propõe uma palavra de quatro letras. O primeiro jogador deve, formar uma palavra nova a partir daquela, mudando apenas uma letra, e assim sucessivamente. Exemplo: lata – pata – mata – mala – tala. Quem não bolar uma palavra em 30 segundos, ou repetir uma que já foi, é eliminado.

16 - Futebol de botão
Idade: a partir de 6 anos
Número de participantes: a partir de 2
Este jogo tem as regras similares ao futebol de campo, mas é possível criar suas próprias regras a cada partida. Com botões ou tampinhas de garrafas, é preciso chegar ao objetivo, o gol.

17 - Quem sou eu?
Idade: a partir de 6 anos
Número de participantes: a partir de 3
Os jogadores devem ficar numa roda, e cada um escolhe o nome de uma celebridade, personagem de filme ou desenho, ou mesmo do convívio delas, escreve num papel e gruda na testa do participante da direita, sem que ele veja. Cada criança faz perguntas para os outros jogadores sobre o que ela é. Por exemplo: eu sou uma mulher? E os jogadores só podem responder sim ou não. A criança então tem uma chance de dar um palpite. Ganha quem acertar primeiro.

18 - Desfazendo o nó
Idade: de 8 a 12 anos
Número de participantes: a partir de 4
Um dos participantes se afasta dos demais. Enquanto isso, o grupo faz uma roda, de mãos dadas. Depois, devem se enlaçar, sem largarem as mãos, com acrobacia, passando por baixo ou por cima das pernas e braços, de modo a formar um nó. O escolhido volta e tem de desfazer o nó até que as crianças voltem à posição original em roda, sem soltar as mãos.

19 - Dança das cadeiras
Idade: a partir de 6 anos
Número de participantes: a partir de 5
Separe algumas cadeiras, de acordo com o número de pessoas, menos um. Em uma fila indiana, os participantes devem circular pelas cadeiras, com as mãos para trás e ao som de uma música. Quando a música parar, elas devem se sentar na cadeira mais próxima. Quem ficou de pé é eliminado e uma cadeira deve ser retirada. Vence quem sentar na única cadeira que restar.

20 - Pipa
Idade: a partir de 7 anos
Número de participantes: a partir de 1
Segurando a linha da pipa (atenção: brinque em uma região distante de fios de eletricidade), a criança deve ir soltando-a de acordo com a distância que se pretende alcançar e conforme a velocidade e direção contrária ao vento.

21 - Detetive
Idade: a partir de 6 anos
Número de participantes: a partir de 5
Para essa brincadeira, você vai precisar escrever num papel a inicial A (de assassino), em outro D (de detetive) e os outros com o V (de vítima) – some todos os participantes e subtraia dois para saber quantas vítimas o jogo terá. Misture e deixe cada criança pegar um papel sem saber o que é. O assassino precisa “matar” o maior número de vítimas e, para isso, ele deve piscar discretamente para as pessoas. Quando as vítimas forem atingidas, elas devem dizer “morri” e abaixar a cabeça. Caso o detetive perceba as piscadas, ele deve dizer ao assassino: “Preso em nome da lei”.

22 - Corre-cutia
Idade: a partir de 3 anos
Número de participantes: a partir de 4
Os participantes devem sentar em uma roda e um participante fica de pé, com um lenço na mão. Enquanto todos cantam a canção “Corre cutia na casa da tia”, o participante dá voltas por trás dos que estão sentados. No fim da música, ele coloca o lencinho atrás de alguém, que deve sair correndo atrás do primeiro. Ou o pegador pega o fugitivo ou o fugitivo se senta no lugar dele, o que vai transformar o pegador no próximo a dar voltas com o lencinho.

23 - Pega-varetas
Idade: a partir de 6 anos
Número de participantes: de 2 a 6
Pegue várias varetas coloridas e uma preta. Jogue-as em uma mesa, de uma só vez. Cada jogador precisa retirar as varetas, uma de cada vez, sem que as outras se movam. Se elas se mexerem, o participante passa a vez. Em geral, cada cor tem uma pontuação. Quando acabarem as varetas, ganha quem alcançar a maior pontuação.

24 - Casinha
Idade: a partir de 2 anos
Número de participantes: a partir de 1
Essa brincadeira pode ser feita em qualquer espaço e com diversos tipos de brinquedos, como bonecas e bichos de pano. As crianças representam os papéis sociais e podem invertê-los, por exemplo, cada hora uma é mãe e a outra a filha.

25 - Código secreto
Idade: de 8 a 12 anos
Número de participantes: a partir de 2
Aqui, a imaginação é o único material necessário. A ideia é que as crianças criem uma nova língua, como a do p, em que se coloca a letra p na frente de cada sílaba da palavra.

26 - O objeto oculto
Idade: de 8 a 10 anos
Número de participantes: de 4 a 12
Uma das crianças escolhe um objeto que está à vista no ambiente, diz a cor dele e espera que os outros jogadores o encontrem. Ela também pode dar outras dicas. O primeiro que achar o objeto escolherá o próximo, na próxima rodada.

27 - Upa, upa, cavalinho
Idade: de 6 a 9 meses
Número de participantes: 2 (um adulto e um bebê)
Sente-se numa cadeira. Cruze as pernas e sente a criança em cima de seus tornozelos. Segure suas mãos enquanto move suas pernas para cima e para baixo, cantando “upa, upa, cavalinho”.

28 - Os cinco pulos
Idade: de 6 a 7 anos
Número de participantes: de 4 a 8
Os participantes devem se colocar lado a lado numa linha imaginária. Dado o sinal, todas dão cinco pulos para a frente. Ganha quem parar mais longe.

29 - Repórter por um dia
Idade: de 6 a 12 anos
Número de participantes: a partir de 2
A criança que será a “entrevistadora” pega um gravador, ou mesmo uma escova de cabelo, para fingir que é o microfone. Se tiver mais de uma criança, sugira que uma seja a repórter da bancada e a outra a repórter da rua. As crianças podem separar assuntos antes da brincadeira para debatê-los.

30 - Dicionário
Idade: de 8 a 12 anos
Número de participantes: de 4 a 12
Pegue um dicionário, abra numa página qualquer e leia em voz alta para as crianças a definição de uma palavra aleatória. O primeiro jogador que adivinhar a palavra marca um ponto. O vencedor será o primeiro que marcar 10 pontos.

31 - Batata quente
Idade: a partir de 4 anos
Número de participantes: a partir de 4
Com uma bola em mãos, as crianças devem estar dispostas em um círculo. Elas podem estar de pé ou sentadas, tanto faz. Uma delas deve estar fora da roda e com os olhos tampados. Ela deve cantar “Batata quente, quente, quente, quente...” em diferentes velocidades para que as outras passem a bola. Quando ela disser “queimou”, quem estiver com a bola em mãos é eliminado.

32 - Desenho maluco
Idade: a partir de 5 anos
Número de participantes: de 3 a 4
Dê uma folha em branco para cada participante. No alto da folha, cada um deve desenhar uma cabeça. Depois, dobram-se os papéis para esconder o que foi feito. Trocam-se as folhas e, então, cada um desenha o corpo. Repita as instruções, até que cada criança desenhe uma parte do corpo, sem ver a anterior. No fim, abra os papéis e veja os desenhos que se formaram.

33 - Desenhando nas costas
Idade: de 6 a 10 anos
Número de participantes: a partir de 2
Uma das crianças escolhe “desenho” ou “palavra” e então com o dedo indicador faz uma representação nas costas de outra criança. O jogador que está tendo as costas desenhadas tem três chances de acertar. O desenhista pode dar dicas também.

34 - Stop
Idade: de 8 a 12 anos
Número de participantes: a partir de 4
Cada participante pega uma folha sulfite e divide em 5 colunas denominadas: nome, cidade, país, animal e vegetal. A cada rodada, um participante escolhe uma letra. Quem preencher primeiro todos os campos, com uma palavra para cada coluna, começando com a letra determinada, deve dizer Stop e todos os outros param de escrever. A cada resposta igual, os participantes levam 5 pontos. Se forem diferentes, 10 pontos. E se os outros não tiverem colocado nada, 15 pontos.

35 - Montar nos ombros
Idade: de 9 a 12 meses
Número de participantes: 2 (um adulto e uma criança)
Ajeite o bebê sobre os ombros de forma que a pernas pendam ao redor de seu pescoço, apontando para a frente. Segure-o pelas mãos enquanto anda por aí. Varie os movimentos: pule num pé só, marche, gire...

36 - Passa anel
Idade: a partir de 4 anos
Número de participantes: a partir de 4
Um dos jogadores será o passador do anel. Com o objeto entre as palmas da mão, a criança deve passar suas mãos entre as dos participantes, que devem estar posicionados lado a lado ou em círculo. O passador deve fazer isso quantas vezes quiser, mas em uma delas deve deixar o anel. Quando acabar, ele pergunta a outro jogador com quem ficou o objeto. Se a pessoa acertar, os papéis são invertidos. Se não, tudo continua igual.

37 - Pular elástico
Idade: de 7 a 12 anos
Número de participantes: a partir de 3
Separe por volta de 2 metros de elástico de roupa e dê um nó unindo as pontas. Duas crianças devem ficar de pé, frente a frente, com o elástico em volta dos tornozelos, formando visualmente um retângulo. Uma terceira criança tem de fazer uma sequência de saltos, começando de um lado do retângulo, indo para o outro, e pisando sobre o elástico. Depois do término de cada sequência, a altura do elástico vai aumentando gradativamente.

38 - Jogo dos pontinhos
Idade: a partir de 6 anos
Número de participantes: a partir de 2
Em um papel sulfite, coloque vários pontinhos, cada quatro formando um quadrado. O jogador deve ligar dois pontos em cada jogada, formando retas. Quem fechar um quadradinho, deve colocar a sua letra inicial dentro dele. O jogo termina quando todos os quadrados estiverem fechados e ganha quem tiver o maior número de letras.

39 - Escolinha
Idade: de 6 a 10 anos
Número de participantes: a partir de 2
A clássica brincadeira em que uma criança é a professora e as outras ficam sentadas copiando da lousa, pode ser reinventada e tornar-se mais dinâmica. O “professor” faz uma lista de perguntas. Os outros jogadores ficam no degrau de uma escada. A cada resposta certa, o jogador sobe um degrau.

40 - Pula-rio
Idade: de 6 a 12 anos
Número de participantes: de 4 a 8
Estique duas cordas no chão, paralelamente, com intervalo de 50 centímetros entre elas. Esse espaço representará o rio. Os participantes devem fazer uma fila de um lado do rio, e um por vez, saltarem para o outro lado. A cada rodada, aumente a largura do rio. São eliminadas as crianças que “caírem na água”. O que sobrar, vence.

41 - Bola na moeda
Idade: de 7 a 11 anos
Número de participantes: a partir de 2
Dois jogadores se posicionam frente a frente, de pé. No chão, no meio dos dois, coloca-se uma moeda. As crianças jogam a bola uma para a outra, quicando no chão para tentar acertar a moeda.

42 - Pescaria de clipes
Idade: de 5 a 11 anos
Número de participantes: a partir de 2
Esvazie uma caixa de clipes em uma tigela grande. Entregue a cada criança um cabide de arame cuja ponta tenha a forma de gancho. Os participantes devem pescar os clipes com o gancho. O jogador que tiver pescado mais é o vencedor.

43 - Achou!
Idade: de 6 a 9 meses
Número de participantes: 2 (um adulto e um bebê)
Sente o bebê no chão ou numa cadeira de frente para você. Pegue uma toalha e cubra o rosto com ela. Tire a toalha e mostre o seu rosto enquanto diz “achou”. Experimente também colocar a toalha na cabeça do bebê e tirá-la.

44 - Cabo de guerra
Idade: a partir de 5 anos
Número de participantes: de 4 a 10
Divida as crianças em dois times. Cada um ficará de um lado do campo e segurando um lado da corda. Ao sinal, cada time puxa para o seu lado, com toda força. Ganha a equipe que ficar por pelo menos um minuto com a maior parte da corda.

45 - A letra mágica
Idade: de 10 a 12 anos
Número de participantes: de 4 a 8
Todos os participantes escolhem uma letra do alfabeto. Na sua vez, a criança recita uma frase em que todas as palavras comecem pela letra escolhida. Quem se enganar, ou não falar nada, é eliminado. A frase mais engraçada ou inteligente marca um ponto. O vencedor é quem obtiver mais pontos.

46 - Corrida de três pernas
Idade: de 8 a 12 anos
Número de participantes: de 12 a 40
As crianças devem se dividir em dois times, e dentro dos times em pares, em que um amarra sua perna direita à perna esquerda do outro. A um sinal, os primeiros têm que correr, cruzar a linha de chegada, voltar e tocar a próxima dupla, e assim por diante.

47 - Corrida de canguru
Idade: de 6 a 10 anos
Número de participantes: a partir de 8
Os jogadores se dividem em duas equipes e formam filas indianas. Dado o sinal da largada, a criança do início da fila coloca uma bola entre os joelhos e avança aos saltos até a linha de chegada; depois retorna e entrega a bola ao participante seguinte. O time vencedor será aquele em que todos os jogadores completarem o percurso primeiro.

48 - Tudo o que o seu mestre mandar...
Idade: de 6 a 10 anos
Número de participantes: a partir de 2
Um participante deve ser nomeado o mestre, que fica em frente aos demais, e ordena que imitem os seus gestos, dizendo: “O mestre mandou...”. Porém, as crianças só devem imitar se o mestre disser essa frase antes de indicar o gesto. O jogador que imitar sem ouvir “o mestre mandou”, é eliminado.

49 - Costas com costas
Idade: de 7 a 10 anos
Número de participantes: a partir de 9
Uma das crianças é escolhida como perseguidor. As demais devem se dividir em duplas, e ficar um de costas para o outro e com os braços enganchados. A um sinal do perseguidor, todas as duplas se desfazem e devem procurar novos parceiros. O jogador que sobrar é o novo perseguidor.

50 - Caçada ao tesouro
Idade: a partir de 6 anos
Número de participantes: a partir de 2
Deixe uma prenda escondida em algum lugar do ambiente. Em locais diferentes, coloque papéis que contenham as pistas que levarão ao tesouro. A primeira deve levar os participantes à segunda e assim sucessivamente até chegar na última, que será o prêmio. Esse jogo pode ser individual ou em equipe.

sexta-feira, 18 de julho de 2014

A Tecnologia e as crianças

Na Dolce Morumbi de julho:
Lembrando que quando uma criança investe muito tempo em uma única atividade ou jogo, perde a oportunidade de desenvolver outras competências e fecha seu leque de conhecimentos. As atividades online são válidas e com elas as crianças aprendem, mas não podem substituir as atividades físicas e de interação com as pessoas e o mundo real, necessárias para o pleno desenvolvimento das crianças.


quarta-feira, 16 de julho de 2014

Quando e como contar a criança sobre a adoção

Ao contar para a criança sobre a adoção, os pais devem mostrar que ela é amada. Não foi gerada por eles mais foi escolhida, desejada e muito esperada.
Matéria Filho adotivo: quando e como contar a verdade a ele
Bebê/ Bolsa de Mulher com minha colaboração
http://bebe.bolsademulher.com/8227/filho-adotivo-quando-e-como-contar-a-verdade-a-ele

segunda-feira, 14 de julho de 2014

Criança que morde o que fazer?

Matéria com minha colaboração para Bolsa de Mulher: Criança que morde o que fazer?

Segue o link para leitura
http://bebe.bolsademulher.com/8228/crianca-que-morde-o-que-fazer

Lembrando que é normal a criança de 2 ou 3 anos agredir com mordidas pois ainda estão na fase oral. E é uma forma de expressar suas frustrações. Lógico que os pais devem ensinar e impor limites. Se isso for uma atitude esporádica uma boa conversa resolve, se estiver acontecendo constantemente os pais devem observar o que está acontecendo para ajudar a criança e se mesmo assim o comportamento persistir procurar atendimento psicológico.
Nunca colocar uma criança em quarto escuro como declarou Ronaldo em uma entrevista isto causa medo e traumas dolorosos.

terça-feira, 10 de junho de 2014

Como saber se a criança está pronta para ser alfabetizada?



Quem dá o sinal de que está na hora de aprender a ler e a escrever são as próprias crianças. Não é difícil perceber se está na hora de estimular uma criança a ler. Ela começa a folhear livros e jornais, perguntar sobre as letras, demonstrar vontade própria. É a partir daí, independentemente da idade, que pais e professores devem incentivar a alfabetização.
Cada criança tem seu tempo para a escrita ser desenvolvida e se a mesma não esta mostrando esta vontade de aprender é importante que se respeite seu tempo sem pressões. Não é porque a criança está aprendendo a ler antes que será um adulto bem sucedido ou mais feliz. E muitas vezes privar a criança das brincadeiras e socialização na escola infantil e forçar que fique por horas sentadas, quietas em uma carteira escolar acaba trazendo transtornos e sofrimentos maiores.  

quarta-feira, 7 de maio de 2014

Falta de concentração pode ser tratada?

Publicado em Quarta, 07 Maio 2014 17:52
Em Dolce Express #11 http://www.dolcemorumbi.com.br/index.php/o-que-fazer-no-morumbi/vida/educacao/86-vida/educacao/379-falta-de-concentracao-pode-ser-tratada
By Karina Torres

Falta de atenção, falta de interesse ou falta de concentração? Muitos pais percebem essas características nos filhos ao longo da infância. 
E quando chegam à idade escolar onde há provas em sala de aula e lições para casa, esses problemas se tornam mais visíveis. Para ajudar nesses casos, Dolce foi conversar com a psicóloga e especialista em comportamento infantil-juvenil, Cynthia Wood, da clínica Crescendo e Acontecendo. Segundo ela, é possível treinar o cérebro para focar por mais tempo, da mesma maneira que se pode treinar o corpo com musculação ou aprender capoeira, dançar ou correr.



O que pode atrapalhar a concentração da criança?
Várias causas atingem a concentração das crianças. Desde uma tendência genética, associada à educação que recebeu em casa, ou à falta de limites, regras e disciplina. Tudo isso favorece a vontade da criança em querer desenvolver diversas atividades ao mesmo tempo. Os pais, algumas vezes, percebem que o filho sofre com o problema, frustrando as expectativas por não fazer determinada atividade da forma esperada. 

Quais são os principais erros ao escolher o local de estudo?
Os piores lugares são: o quarto, principalmente ao lado da cama, perto da TV, ou do computador, ainda que seja uma ferramenta. E a iluminação, o mobiliário e até as cores do ambiente podem atrapalhar o estudante na hora da aprendizagem. O ambiente deve colaborar: nada pode desviar a atenção! Barulhos, música ou tv ligada atrapalham a fazer lição, estudar para prova ou ler um livro. 

Pais desorganizados, filhos desconcentrados?
Pais com um estilo bagunçado acabam por esquecer compromissos, seus e dos filhos. São confusos e caóticos no trabalho e em casa, não conseguem estabelecer prioridades e se atrasam com frequência. Os filhos, por consequência, não aprendem a se organizar tanto nos estudos como na vida pessoal tendendo a repetir o comportamento aprendido com os pais.

Jogos e brincadeiras podem ajudar a criança na concentração?
Quando paramos um tempo para jogar com as crianças, não estamos só brincando e nos divertindo! Estamos desenvolvendo com elas diversas habilidades cognitivas, sociais e emocionais que serão muito importantes para a vida moderna. Entre elas a capacidade de resolver problemas, planejar e tomar decisões, estabelecer conclusões lógicas, pensar de forma criativa e desenvolver memória, atenção e concentração.

A concentração pode servir para brincar, para ler, estudar ou ver televisão ou para cada tipo de atividade é necessário um tipo de exercício de concentração diferente?
Na rotina diária é preciso saber distribuir o tempo para as diversas atividades; a cada coisa deve ser dedicado um tempo diferente. É legal fazer uma espécie de agenda para as diferentes atividades que tem disponíveis naquele dia e começar em sua devida ordem.

Em que momento os pais devem se preocupar e procurar um profissional para avaliar a falta de concentração do filho?
Normalmente os pais notam a dificuldade de concentração quando a criança está em idade escolar. Não só pelas notas, mas também pelas atitudes em classe, relatadas pela professora. A criança tem a mesma capacidade ou até mais do que uma criança sem a dificuldade de concentração. Entretanto, seu rendimento compromete essa capacidade. Ela não consegue acompanhar a sequência de informações e isso resulta em uma série de lacunas no aprendizado. O mais indicado a fazer quando há suspeita desse problema é procurar um psicólogo que entenda a questão e tenha uma visão ampla do assunto. O tratamento não adequado pode prejudicar o desenvolvimento da criança.


Para evitar que seu filho passe por essa situação, Renata Yamasaki, psicóloga infantil, especializada em atendimento familiar, listou 10 dicas para que seu filho se concentre mais nos estudos.
1 – Não deixe seu filho ir dormir tarde.
2 – Não fazer a tarefa quando estiver com sono.
3 – É importante dar intervalo entre uma tarefa e outra.
4 – Fazer resumo dos textos lidos.
5 – Estudar todos os dias um pouco.
6 – Ter um caderno específico para os estudos.
7 – Sempre tirar dúvidas com os professores.
8 – Treinar, treinar e treinar!!!!
9 – Aprender a esperar.
10 – Os pais devem elogiar sempre para que a criança desenvolva o entusiasmo.





E mais algumas para que a criança aprenda a se organizar e se concentrar na rotina diária.
1 – Fazer uma atividade física que goste e, de preferência, em grupo (aprender a liderar, a ganhar, perder e criar estratégias)
2 – Ter tempo disponível para brincar.
3 – Fazer um planejamento dos conteúdos a serem estudados.
4 – Ter o desejo de autonomia.
5 – Ter uma relação de aprendizagem com o erro, com o sucesso e o fracasso.
6 – Lidar com a frustração.
7 – Aprender a ser flexível.
8 – Aprender a ser ousado, ter interesse, ter o prazer de experimentar, ter curiosidade.
9 – Incluir espaços para histórias.

domingo, 27 de abril de 2014

Por que engatinhar é importante?




Alguns pais às vezes querem apressar o processo de desenvolvimento de seus filhos. Preferem que andem no lugar de engatinhar. Você, que trabalha com a Primeira Infância, pode ajudá-los a perceber o quanto essa fase é importante para o bebê. Damos aqui alguns argumentos para embasar a sua conversa.

Pode acontecer de algumas crianças pularem a etapa do engatinhar, mas isso não deve ser estimulado pelos adultos. O ritmo mais comum é que, antes de caminhar, a maioria engatinhe. E aí o incentivo de pais e educadores faz diferença porque a criança pequena se sentirá mais segura.

O assunto é tão sério que a própria Fundação Maria Cecília Souto Vidigal incentiva, nos municípios parceiros, a realização das Engatinhatas, evento que reúne bebês para engatinhar em espaços públicos, devidamente preparados para essa verdadeira passeata infantil de quatro apoios.

A partir dos seis meses de idade (e especialmente entre os oito e nove meses), a criança já pode se aventurar e ela só tem a ganhar com isso, já que se movimentará de maneira autônoma.

Uma matéria publicada pelo Portal de Paulínia enumera as vantagens de o bebê engatinhar. Veja:

1. Ajuda a desenvolver grupos musculares importantes das mãos, dos braços, dos ombros, além de fortalecer ligamentos, necessários para o aprimoramento de habilidades motoras finas. A articulação da base do polegar, em especial, é bastante estimulada. Todos esses ganhos são importantes para o desenvolvimento da escrita e da coordenação fina.

2. A criança aperfeiçoa habilidades visuais, que envolvem a percepção espacial e de profundidade. Essas competências serão empregadas no momento de ler e escrever. Ao pular a fase de engatinhar, aumenta a probabilidade de a criança apresentar dificuldades futuras, principalmente na aquisição da leitura, escrita e cálculos.

3. É uma nova etapa do desenvolvimento neurológico. Quando uma criança começa a engatinhar, o movimento repetitivo ajuda a estimular as conexões dos neurônios, permitindo que o cérebro possa controlar processos cognitivos, como a concentração, a compreensão e a memória.

4. Vai fortalecer a coluna, o equilíbrio e aprimorar a coordenação motora geral, antes de andar. É a primeira atividade do bebê que envolve a alternância de braços e pernas, em movimentos simétricos. A coordenação entre o hemisfério esquerdo e o direito do cérebro é trabalhada, e o bebê processa a visão e o movimento ao mesmo tempo. Assim, ele se prepara melhor para ficar de pé, caminhar, correr e praticar esportes.

5. Constrói autoconfiança para tomar as primeiras decisões. Aprende quando desacelerar, ir mais rápido e quando investigar os obstáculos em seu caminho.

E como ajudar o bebê a engatinhar?

Coloque o bebê de bruços ou sentado, com brinquedos à sua frente. A criança vai arrastar o corpo na direção do objeto e só depois se arriscará a engatinhar.

Coloque os brinquedos próximos à criança e vá aumentando a distância gradualmente. O bebê precisa achar que consegue chegar até o que ele deseja, para se sentir motivado.

O adulto deve se colocar à frente do bebê e chamar sua atenção, segurando ou não brinquedinhos dos quais ele goste.


domingo, 20 de abril de 2014

Colocar um irmão como modelo para o outro é um erro frequente. Não só diminui a autoestima do menos favorecido na comparação, como também faz com que o irmão colocado como modelo ganhe a antipatia dos outros. Toda criança deve ser estimulada e valorizada por si mesma, sem sentir a pressão de ser o primeiro ou de estar à altura do outro. Segue reportagem no Diarioweb com minha colaboração: http://www.diarioweb.com.br/novoportal/Divirtase/Comportamento/180583,,Dialogo+e+amor+ajudam+diminuir+o+ciume+entre+irmaos.aspx